SEMINÁRIO NA FACESPI EXPÕE NOVA BASE CURRICULAR


SEMINÁRIO NA FACESPI EXPÕE NOVA BASE CURRICULAR

Pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), o letramento em português e matemática deve ocorrer até o 3º ano (8 anos) do ensino fundamental. A nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fará uma série de mudanças para as 190 mil escolas brasileiras e todos os profissionais da área. Entre outras alterações, o novo referencial para o ensino nacional deverá garantir que os estudantes até o 2º ano (7 anos) saibam escrever bilhetes e cartas, em meio impresso e digital, além de ler textos curtos, com autonomia e fluência, em voz alta e silenciosamente, já tendo aprendido, também, conteúdos de estatística e probabilidade, sendo capazes de coletar, classificar e representar dados em tabelas simples e em gráficos de colunas. No ensino infantil (até os 5 anos), a nova Base estabelece que seja desenvolvida a oralidade e a escrita, sendo possível para uma criança de até 1 ano e 6 meses ? frequentando uma creche municipal ? reconheça quando são chamadas pelo nome e demonstrem interesse ao ouvir a leitura de poemas e a apresentação de músicas.
Estes são dois simples exemplos das mudanças que a nova BNCC irá ocasionar. Esse foi o tema do VI Colóquio FACESPI, dias 25 e 26/05, com as palestras do Seminários sobre a Base Curricular. Luiz Miguel Garcia, presidente da UNDIME-SP (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de São Paulo) e a professora Maridalva Bertacini foram os palestrantes do primeiro dia, que expuseram algumas das mudanças que o novo referencial trará nos conhecimentos essenciais, nas competências e nas aprendizagens pretendidas para as crianças e jovens em cada etapa da educação básica em todo país. Marialba Carneiro, representante do MEC palestrou no segundo dia.

A BNCC será aplicada nas escolas públicas e particulares de todo o país, servindo de base para a elaboração dos currículos estaduais, municipais e federal. Isso significa que, a partir de 2019, haverá uma enorme movimentação na formação dos professores, aquisição de livros didáticos e em mudanças nas avaliações nacionais, até chegar às salas de aula. A redes de ensino terão autonomia para elaborar ou adequar seus currículos de acordo com o estabelecido na Base Comum. Já as escolas terão a liberdade de contextualizar e adaptar os conteúdos de Matemática, Linguagem, das Ciências da Natureza e Humana aos seus projetos pedagógicos.

O objetivo das mudanças é promover maior equidade e qualidade do ensino no país, por meio de uma referência comum obrigatória para toda educação nacional, respeitando a autonomia das escolas e das redes de ensino dos municípios, Estados e do Distrito Federal. ?No ranking mundial de qualidade de ensino, o Brasil está dando vexame em qualidade na formação de crianças e jovens, daí a expectativa com a nova Base?, resumiu o diretor da FACESPI, Gervásio Pozza.

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